Uma visão ecológica da morte

fotos retiradas do site da empresa

   Olá caríssimos, como estamos esta semana?

   Hoje venho-vos falar de um assunto do qual a maioria de nós foge a sete pés, com a rapidez de um Usain Bolt e a destreza de um contorcionista de circo: a morte. Para ser inteiramente verdadeira, não me refiro ao acto em si mas sim ao depois, o que acontece aos nossos restos mortais e às hipóteses que temos de, até no “outro” lado, podermos fazer a diferença.

   Até agora, contávamos com enterro em caixão e cremação, isto claro está, se pensarmos na maioria das civilizações ocidentais evoluídas. Mas parece que a tendência do verde, do respeito pela natureza e da tentativa de aproximação a algo maior e mais puro, também aqui está a amadurecer e a evoluir para outros pastos.

   Surge assim o conceito de Urnas Biodegradáveis, pela mão da empresa SigmaPack a qual apoia piamente a sustentabilidade ambiental, acreditando que até na morte podemos fazer escolhas saudáveis e eu pergunto, porque não? Vou começar por explicar-vos de quem falo. Esta marca é constituída por um grupo de empresas, todas elas com uma vertente ecológica cuja intenção maior é a preservação e manutenção do meio-ambiente, no sentido de prolongar a vida no nosso planeta de forma sustentável.

   “Faz algum sentido, em pleno século XXI derrubar 2 árvores para se fazer um caixão de madeira que vai ser queimado ou enterrado?”. Esta foi para mim a premissa que me cativou de imediato e me fez procurar mais informação. Realmente que sentido faz utilizar métodos que danificam e maltratam o meio que nos rodeia, se nem sequer vamos usufruiu do resultado final? Não faz sentido algum. Com esta e outras ideias no pensamento, a SigmaPack decidiu criar urnas biodegradáveis para humanos e animais (sim porque eles, talvez mais do que alguns humanos que conheço, também merecem o seu repouso eterno).

   Foi daqui que nasceram a BioTree e a PerETtuate, um sistema ecológico de urnas biodegradáveis que permite uma absoluta comunhão com a natureza, já que em cada urna há uma semente que vai sendo germinada ao mesmo tempo que a urna se vai biodegradando, até ao momento em que as raízes se encontram fortes o suficiente para se unirem à cinzas contidas no interior da cápsula. Poderá haver algo mais completo do que o retorno a Terra de forma a gerar um novo ser vivo? “Ashes to ashes, dust to dust” não é verdade?

   Garantidamente que este sistema foi pensado a fundo, pois para além da variedade de árvores pelas quais podem optar, a urna está adpatada quer para interior quer para exterior, há a hipótese de criação de um memorial online, traz uma etiqueta de georreferenciação e uma pulseira memorial feita à mão além de uma série de serviços de enorme competência e profissionalismo, que garantem um processo digno e pacífico.

   A máxima desta empresa prende-se com a ideia de transformar os cemitérios em florestas, e a mim parece-me uma perspectiva bastante inovadora, ecologicamente responsável e acima de tudo preocupada com as gerações que partem e ainda mais com as que virão, para que possam encontrar um planeta naturalmente verde ao invés de um aglomerado tecnológico cinzento e frio.

   Porque as melhores coisas da vida são sem dúvida as mais simples, porque haveremos de chorar em cima de um caixão, se podemos conversar pacificamente com um ser vivo enquanto o alimentamos e nutrimos?!

   Aqui vos deixo os links onde poderão obter mais informações:

http://www.sigmapack.pt

https://www.facebook.com/sigmapack.pt/

   Enjoy 🙂

 

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